Os: Os carros chineses não são mais um fenômeno emergente para se tornar um dos players que mais crescem no mercado automotivo argentino. Em abril, as marcas dessa origem atingiu 10,2% do total de patentes registradas no país, consolidando uma tendência que vem sendo acelerada pela abertura das importações, pela entrada de novas empresas e pelo avanço dos veículos eletrificados.
Segundo dados da indústria, 47.564 carros foram licenciados na Argentina durante o mês de abril. Desse total, mais de 4.800 unidades correspondiam a marcas chinesas, volume que até recentemente parecia rebuscado para fabricantes que mal tinham presença comercial local.
Isto BYD foi novamente a estrela do mêsque licenciou 1.701 unidades e consolidou como a montadora chinesa mais vendida do país. O BAIC ficou para trás com 933 pontos; Chery, com 586; Haval, com 458; e MG com 345 patentes.
O fenómeno já não se explica apenas pelo preço. Em muitos casos, estas empresas também passaram a competir por tecnologia, equipamentos e eletrificação, setores onde alguns terminais tradicionais ainda têm oferta limitada na região.
Adicionado a ele um regime que permite a importação anual de até 50.000 veículos eletrificados sem pagar uma tarifa fora da zona de 35%;desde que atendam a determinados requisitos técnicos e a um valor FOB máximo definido pelo Governo de US$ 16.000. O esquema melhorou a competitividade dos carros híbridos e elétricos, principalmente da China.
Em paralelo, o mercado continua agregando players. Nas últimas semanas Os desembarques de Dongfeng e Lynk & Co foram formalizadosduas novas marcas chinesas que já definiram modelos e preços para a Argentina. A primeira começará com Box, Mage e Huge, enquanto a segunda apostará em 01, 06 e 08 SUVs. A empresa Rely, especializada em picapes, também chegou ao país.
Fácil 3. 18.900 dólares