CÓRDOBA (enviado especial): – Rio estará mais uma vez sujeito a julgamento judicial Monumental próxima quarta-feira Ele não será julgado pela probabilidade de uma surra Florescendo e liderando o grupo, indo direto para as oitavas de final Copa Sul-Americana mas para perda final Belgrano, isso o decepcionou. Que o título esteja fugindo, sofrendo dois gols em três minutos nos últimos dez minutos de jogo, é revelador uma ferida profunda e levanta muitas questões.
A situação da equipe estava em chamas nos dez minutos finais, quando Belgrano somou os retornos de ‘Mudo’ Vasquez e ‘Uvita’ Fernandez, enquanto Chacho Cudet Só fez uma por obrigação, a lesão de Acuña, que desestabilizou a defesa. O técnico do River não teve reação para fazer outras mudanças necessárias do ponto de vista futebolístico antes que o Belgrano virasse a história. Quando ele enviou Juanfer Quintero e Salas, já era tarde demais. E o equatoriano Payes pareceu não entender que era a final nas duas bolas que tocou.
Mais do que no tribunal O descontrole do River foi em Chacho Kudet, que foi expulso por seus excessos contra o árbitro Falcon Perez, a quem responsabilizou pela derrota por pênalti e outras decisões polêmicas (possível segundo amarelo para Passerini, desarme de Vasquez sobre Meza antes do segundo gol). Ele arbitrou as outras duas derrotas em finais neste estádio, ambas com o Rosario Central (contra Boca e Rivera). É preciso perceber o quanto a raiva acumulada no passado não o tirou do partido presente.
A arbitragem foi regular, mas realmente Kude perdeu a partida, vencida pelo infalível russo Zielinski no banco. Primeiro, com a abordagem agressiva de Belgrano desde o início, a personalidade para contrariar os dois défices e as introduções de Fernández e Vasquez.
Assim como Kudet, durante estes três meses, Ele mereceu levantar o time quebrado que Gallardo deixou para ele. Ele também é responsável pelo desempenho de sua equipe nas finais. O Belgrano geralmente teve mais mérito dentro dos parâmetros de paridade que costumam existir no futebol argentino.
Um semestre agitado para River está chegando ao fim. Com a demissão do treinador de maior sucesso da história, a chegada de Coudet, que avançou com força o time, mesmo com disparidades e atuações pouco convincentes. Essa final foi uma carta que pode não estar no baralho em fevereiro e março, mas quando apareceu, River, historicamente, exigiu vencê-la. Ele a perdeu e precisa ser responsabilizado sem desculpas ou olhares presunçosos.
É certo que múltiplas lesões o forçaram a fazer malabarismos com o treinamento, mas, novamente, é uma história de fundo formação do elenco. A política de reforços não deve ter sido tão boa se mais de US$ 20 milhões aqueceram o banco na final entre Castano e Salas.
Belgrano 3 – River 2 Destaques
Com todo o impulso no trem, para usar a frase de Gallardo quando sucedeu a Demichelis, aproxima-se o momento de Coude se sentar ao volante da locomotiva para se reunir e determinar a direção do “seu rio” com pré-temporada e intervenção no mercado de transferências. a chegada de Nicolas Otamendi, que aos 38 anos vestirá a camisa do clube que é torcedor. Visam o uruguaio Arambarri (Getafe), sonham com Thiago Almada, gostam do meio-campista Tobias Andrada (Vélez) e alguns veem o novo diretor esportivo Pablo Longoria em negociações com Mauro Icardi, que está sem contrato com o Galatasaray. E temos que ter cuidado A possível saída de Quintero vendo a situação do substituto que lhe foi atribuído pelo treinador
É aí que o novo rio pode entrar. Ao mesmo tempo, quem passou o semestre inteiro, Na quarta-feira, no Monumental, saberemos se há entendimento mútuo ou se ele sai de férias com mais um tapa na cara.