Chanceler Pablo Quirno Foi expresso durante o debate do Conselho de Segurança da ONU esta terça-feira que uma organização com estas características deve ter “capacidade de responder” para “não se deixar dominar pelos fatos”referindo-se ao encerramento do Estreito de Ormuz em consequência da guerra no Médio Oriente.
“A organização deve recuperar o propósito, a capacidade de resposta e uma “Uma bússola moral que mais uma vez coloca a vida, a liberdade e a propriedade no centro da coexistência internacional.”– anunciou Quirno em suas redes sociais.
E considerou que “as estruturas desligadas da realidade vão ser irrelevantes”, pelo que “o mundo já não tem tempo para burocracias eternas ou agendas distantes das prioridades dos Estados”.
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