O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está avançando nos preparativos acusação oficial do ex-presidente cubano Raúl CastroEle, 94 anos, por seu suposto papel na derrubada de dois pequenos aviões de propriedade da Brothers to the Rescue, em 1996. A acusação, que deve ser aprovada por um grande júri federal, poderá ser divulgada nos próximos dias, segundo funcionários do governo dos EUA que disseram a meios de comunicação como: Notícias CBS e Notícias NBC.
O avião era propriedade Brothers to the Rescue, uma organização cubana exilada em Miami dedicado aos esforços de busca e resgate de guinchos que chegam aos Estados Unidos.
Nos últimos meses, os promotores do Distrito Sul da Flórida têm trabalhado para construir um processo criminal contra o regime cubano, liderado pelo promotor Jason Redd Quiñones. Alguns promotores do escritório de Miami expressaram dúvidas Sobre a suficiência de provas para iniciar um caso, segundo fontes próximas às negociações.
O processo legal está sob a liderança da Procuradoria dos EUA para o Distrito Sul da Florida, que procura determinar a responsabilidade de Raul Castro, que serviu como secretário da Defesa em 1996 sob o mandato do seu irmão, Fidel Castro.
O analista Sebastian Arcos, diretor interino do Instituto de Pesquisa Cubano da Universidade Internacional da Flórida, disse em entrevista. Univisão: que Washington repete uma estratégia usada com a Venezuela que envia um aviso claro a Havana após a conclusão dos canais diplomáticos.
Segundo Arcos, o Departamento de Justiça está investigando este processo criminal porque o incidente representa “um crime muito fácil de provar”.
O especialista afirma que a acusação representa uma mudança radical na política dos EUA em relação a Cuba.
A investigação da Organização da Aviação Civil Internacional revelou que em 1996 aeronaves N2456S e N5485S Foram abatidos em águas internacionais, contradizendo a versão do regime cubano, que alegadamente violou o espaço aéreo.
Ao mesmo tempo, o governo cubano anunciou que estava “aberto a ouvir” a oferta dos EUA de 100 milhões de dólares em ajuda humanitária, embora o ministro dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodríguez, tenha dito que o país não tinha detalhes concretos sobre se seria em dinheiro ou em espécie.
Os Estados Unidos reiteraram publicamente a sua oferta, que seria alargada em coordenação com a Igreja Católica e outras organizações humanitárias independentes.
Este conteúdo foi produzido pela equipe LA NACION com suporte de IA.