Chefe de gabinete Manuel Adorniapresentou hoje uma declaração juramentada de seus bens à Agência Anticorrupção (ANC). Ele fez isso depois de admitir ontem que havia ocultado economias ocultas em suas apresentações anteriores.
Adorni afirmou que tinha o equivalente a 400.241.404 pesos em dinheiro no início de 2025, o que corresponderia à reserva de bitcoin que afirmou ter na noite passada, quando concedeu uma entrevista; LN+:. No final do ano, anunciou que esta participação, fora os seus depósitos, contas correntes e contas de poupança oficiais, foi reduzida em quase 100 milhões de pesos, para um total de 303.604.357,92 pesos.
Um chefe de gabinete que está sendo investigado pelo Departamento de Justiça por supostos ganhos ilícitos admitiu ontem que escondeu quase US$ 500 mil em rendimentos em suas declarações juramentadas. Segundo a sua explicação, o dinheiro provém de um investimento feito antes de chegar a cargos públicos, que não declarou à OA nas duas anteriores entregas do seu património.
As reservas de caixa fora desse dinheiro físico parecem muito menores nas contas oficiais. O chefe de gabinete anunciou que tinha 25.500 pesos em sua caderneta de poupança no final do ano passado. quase quatro milhões de pesos em conta de pagamento PSP (carteira virtual), conta corrente de 274,2 pesos. Apenas uma caixa econômica em dólares se destaca na lista dos fundos vazios, com o equivalente a 8.994.452,58 pesos.
Outra novidade na apresentação é o bangalô Indio Cua localizado em Exaltación de la Cruz. Reivindique 50% da propriedade por $ 88.594.824. Os 50% restantes estão em nome da esposa. Bettina Angeletti. Esta é a casa onde o empreiteiro Marcelo Tabar disse na Justiça que cobrou R$ 250 mil pelo conserto.
Outra reviravolta marcante na declaração de Adorni foram as dívidas que o chefe de gabinete admitiu e que não apareciam nos seus registos anteriores com a OA.
No final de 2025, o ministro coordenador incluiu quatro novas entidades entre os seus credores. Por um lado, as reformadas Beatrice Viegas e Clauda Sbabo, que, segundo os autos do tribunal, deram a Adorni 200 mil dólares numa hipoteca sem juros para comprar o apartamento que lhe vendeu no bairro Caballito. A declaração lista ambos como credores por uma quantia individual de US$ 71.250.000.
A eles se juntam os filhos Leandro Miano e Pablo Martín Feijó, que Adorni descreveu em entrevista a José del Rio como um “amigo” com quem poderia renegociar a hipoteca, que expira em novembro. Novamente, Miano e Feiju aparecem como credores de Adorni no valor de 46.312.500 pesos (cada). Isso seria, novamente de acordo com a declaração de Feijó no tribunal, um empréstimo acordado “verbalmente” e não documentado com Adorni no valor de US$ 65 mil, que deveria cobrir a reforma daquele apartamento em Caballito.
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