Em andamento de pesquisa anestesiologistas que roubariam medicamentos anestésicos de hospitais em Buenos Aires e Buenos Airestoxicologista Fernando Cardini foi analisado LN+ os antecedentes do caso. Ele alertou sobre o crescente fenômeno do uso de drogas no sistema de saúde.
“O problema está no vício, as drogas aumentaram muito nos últimos tempos. “Depois da epidemia, criou-se um fenômeno muito especial e o consumo de drogas aumentou muito”.ele explicou.
O especialista observou que Um dos principais fatores é a facilidade de acesso a esses materiais em hospitais e clínicas.. “As pessoas que trabalham no sistema de saúde, médicos, trabalhadores hospitalares ou enfermeiros, têm acesso a um sistema que há muito tempo não tem muita fiscalização”, observou.
E acrescentou que este contexto permitiu a circulação irregular de drogas. “É fonte de medicamentos em hospitais onde o produto é roubado”..
Cardini enfatizou o papel central de substâncias como o fentanil neste novo cenário. “O fentanil é cem vezes mais poderoso que a morfina. Então faz muito mais. “O frasco tem muitas doses para consumo, muitas doses para dependência”.– ele elaborou.
Além disso, explicou que isso cria um estímulo económico. “Comercializá-lo também rende muito dinheiro porque são muitas doses e cada dose é bem cobrada”..
O toxicologista alertou ainda para o surgimento de formas inéditas, como as festas, em que os medicamentos são entregues sob supervisão de médicos. “Existem certas drogas que o viciado médio não pode tomar, como o propofol, que não pode ser autoadministrado”.ele explicou.
Nesse sentido, ele insistiu. “Deve ser gerenciado por um especialista, não pode ser autogerido. “Este processo traz algo novo para a sociedade, um tipo totalmente novo de crime que não tínhamos.”.
Questionado sobre acesso a medicamentos através de documentos falsos relacionados a novo caso de investigaçãoCardini era forte. “Os viciados em drogas sempre conseguiram falsificar esses tipos de receitas para fazer uso indevido das drogas”..
E alertou sobre a complexa ligação entre o sistema legal e o ilegal. “Há uma combinação no meio, no sistema social, que realmente complica tudo isso”..
Por fim, deixou um forte alerta sobre a magnitude do fenómeno a nível global.
“Durante a epidemia, 7 milhões de pessoas morreram de Covid-19, 4 pessoas por minuto. Agora, 8 pessoas morrem a cada minuto no mundo devido às drogas. Desde a pandemia, há outra epidemia – a das drogas”, concluiu.