Quando uma pessoa fica com raiva porque sente que um limite foi violado, ela pode reagir de duas maneiras. explorar ou detonar. No primeiro caso, você pode falar alto, gritar, insultar ou até mesmo esmurrar ou bater para desabafar sua raiva; e no segundo engolirá o que sente e, como se costuma dizer, “a marcha entrará”.
Vamos começar analisando alguns mitos sobre raiva:
1. A raiva é negativa e deve ser eliminada
A raiva é uma emoção básica, normal e universal. É uma das seis emoções que todos os humanos experimentam. Portanto, não há necessidade de eliminá-lo.
2. Pessoas que ficam com raiva são emocionalmente fracas
A raiva nem sempre é um sinal de fraqueza ou imaturidade.. Muitas vezes funciona como uma máscara que tenta esconder a dor, a ansiedade ou o medo. Por exemplo, quando confrontadas com a perda de um ente querido, algumas pessoas reagem com raiva porque, no fundo, estão tentando lidar com uma dor emocional profunda. Há até quem se zangue com Deus ou com as pessoas ao seu redor como forma de expressar uma dor que não consegue expressar em palavras.
3. Controlar a raiva é não senti-la
Expressar raiva nem sempre é saudável. Não é desejável viver constantemente liberando nossa raiva. Tem gente que se irrita facilmente e diz: “Não vou esconder nada” e acaba expressando tudo o que sente sem filtro. É ideal aprenda a controlar a raiva entenda que a raiva não surge do nada, mas sim que existem fatores que a ativam. Todos nós temos diferentes “botões vermelhos” que acionam nossas reações. Você sabe quais são os seus?
4. Se eu não expressar minha raiva, acabo explodindo
Não precisamos chegar a esse ponto. Podemos trabalhar o que sentimos por dentro. Muitas pessoas pensam que para evitar o acúmulo de tensão é preciso abandonar tudo o que sentem. No entanto, Todos podemos aprender a manter um diálogo interno saudável. A raiva não é uma resposta automática inevitável. Sim, podemos aprender a evitá-lo e lidar com isso.
Então, como podemos transformar isso em crescimento?
1. Aplique imediatamente a “regulação fisiológica”
Consiste em: regular o corpo através da respiração lenta e consciente. Dessa forma nos distanciamos fisicamente do gatilho da raiva. E, se também podemos exercitarmuito melhor porque o próprio corpo ajuda a estabelecer limites para a raiva.
2. Escreva sobre o que nos deixa com raiva
Escrever de dez a quinze minutos por dia é terapêutico e curativo. No papel, no computador ou no telemóvel, expressamos o que sentimos. “Aconteceu comigo… e fiquei com muita raiva…”
3. Pergunte o que realmente nos irritou
Geralmente o que nos deixa com raiva é um sentimento de injustiça – sermos menosprezados ou desvalorizados. Vamos nos perguntar. Essa harmonia leve nos ajuda a crescer.
4. Adie o conflito
Quando estamos muito zangados com alguém, sejamos claros. “Estou chateado, conversaremos mais tarde.” Essa atitude é chamada de “tempo limite”. Evitemos responder, enviar nossos inconvenientes rapidamente para as redes, baixar áudios por muito tempo. Em vez disso, podemos optar por dar um passeio e desfrutar da emoção.
Ser sábio quando se trata de controlar a raiva pode nos poupar muitas dores de cabeça.