Isto Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (Anmat) proibiu a comercialização, distribuição, propaganda e utilização em todo o território nacional sete produtos de limpeza e desinfecção importados que foram oferecidos em plataformas de vendas online por não possuírem registro de saúde. A medida decorre do Regulamento 2.638/2026 publicado no Diário Oficial desta segunda-feira.
Entre os artigos abrangidos pela proibição estão: sprays produtos de limpeza você: desinfetantes de barbear identificado com marcas JBL Profissional, BaByliss Pro, Wahl e Saloon Plus. Três produtos de marca também foram incluídos. Caminhoneiro destinado à limpeza de fogões vitrocerâmicos.
O campo regulatório estabelece que os produtos proibidos são: “JBL Professional. blade spray 5 em 1 Esfria Limpa Lubrifica Antiferrugem Higieniza”; “BaByliss Pro. Tudo em um. Spray Clipper”; “Lâmina de Gelo Wahl”; “Saloon Plus – Cool Care Plus 5 em 1”; “Glass Cook Top.Cleaner & Polish” por Weiman; Cook Top de Wyman. Creme”; e Kit Limpeza Cook Top da mesma marca.
A decisão da organização de saúde foi tomada após as tarefas de fiscalização e fiscalização realizadas pelo Serviço de Saúde Domiciliária e pelo Departamento de Saúde Domiciliária, Cosmética e Produtos de Higiene Pessoal. Direcção de Avaliação e Monitorização de Produtos de Saúde. Segundo o texto oficial, a investigação foi iniciada após consulta sobre a legalidade de diversos produtos estrangeiros anunciados e comercializados através de plataformas digitais.
Segundo a Anmat, durante as fiscalizações foi constatado que Os recipientes não incluíam dados sobre a instalação de fabricação ou registros relevantes das autoridades de saúde. Além disso, a agência observou que os rótulos estavam escritos em inglês e que não foram encontrados dados sobre empresas de importação, processamento ou trituração autorizadas pela agência nacional.
A Anmat explicou que este tipo de produtos de limpeza e desinfectantes podem ser qualificados como produtos de saúde domésticos classificados como risco 1 ou risco 2, categorias que requerem controlos e licenças especiais para serem comercializados legalmente no país.
A organização alegou que a proibição havia sido imposta “Proteja potenciais adquirentes e usuários” produtos cujas condições de produção e a empresa responsável pela sua importação são desconhecidas. Observou também que, em decorrência da referida inconsistência, não é possível garantir aspectos relacionados à eficácia, segurança ou composição desses artigos.
A disposição também lembra que tanto as empresas que produzem ou importam estes tipos de produtos como os próprios produtos devem possuir licenças e documentos sanitários para poder ser vendidos no mercado argentino.