O procurador-adjunto Matías Vila, da Divisão de Flagrantes (UFLA) da Promotoria de Justiça da Cidade Norte, impôs prisão preventiva a um homem com antecedentes criminais em um caso de violência de gênero, depois que o acusado, que possui tornozeleira, violou as restrições que a justiça lhe impôs para não se aproximar da casa de sua ex-mulher.
Susana Parada, Presidente do Juizado Criminal, de Contravenções e Contravenções nº 31, concedeu pedido de liminar interposto pelo Procurador-Geral Adjunto da UFLA Norte, com base nos riscos de litígio existentes;
O acusado foi detido enquanto caminhava pelo quarteirão 4200 da rua Plaza, no bairro de Saavedra, por um policial municipal que se dirigiu ao local atendendo a um chamado do pronto-socorro da polícia, que informou que: O utente transitório não respondeu às chamadas para a Central de Emergência, que o colocou ali.
Paralelamente, após a notificação, os policiais atenderam a vítima, uma mulher de 47 anos, que passa bem.
Num processo anterior contra o arguido, também no âmbito da violência de género contra o seu ex-companheiro, a UFLA Este solicitou que lhe fosse colocada uma etiqueta eletrónica, sendo proibido aproximar-se a 1000 metros da vítima e proibido de contactá-la de qualquer forma.
O detido tem antecedentes criminais com duas condenações anteriores por ameaças, lesões e crimes de desobediência.
Assim, na audiência de prisão preventiva, o Juiz Parada deferiu o pedido do Promotor Adjunto Villa, levando em consideração a ficha criminal do réu e a perspectiva adotada para considerar a complexidade das situações de violência de gênero e as especificidades deste caso.