Uma série de protestos eclodiu do lado de fora da clínica de Gonzalez Catan, que fazia parte de uma suposta organização dedicada a falsificar documentos médicos e praticando medicina ilegal. O caso veio à tona depois que a cirurgiã plástica Romina Neira, de Palermo, relatou que seu nome e assinatura haviam sido usados em um certificado falso, e a morte do paciente ficou conhecida.
Nesse contexto, o profissional de saúde comunica LN+detalhou a descoberta desse fato, que desencadeou um inquérito policial, que permitiu a descoberta de consultórios médicos que operava em diferentes pontos das regiões de La Matanza e Ezeiza.
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