Ele viu fotos de adolescentes armados no banheiro de uma escola do bairro Balvanera no grupo de mensagens dos colegas de escola de sua filha, chegou ao Ministério Público Criminal, Penal Juvenil, Ilícito e Contravenção nº 4, Mauro Tereshco, que o acusou, com um menino de 6 anos. ameaças com arma e porte de arma de fogo, o que acarreta pena máxima de 7 anos de prisão. prisão
A juíza Alicia Baridon Gomez, que preside a Vara Criminal nº 1 de Menores, Contravenções e Crimes, concedeu na manhã desta quarta-feira mandado de busca na casa do adolescente envolvido no bairro Balvanera, que anteriormente era investigado pelo crime de roubo na Jurisdição Juvenil.
Durante a intervenção do Corpo de Investigações Judiciais e da Unidade de Crimes Contra Crianças e Adolescentes da Polícia Municipal, foram apreendidos o celular, laptop e disco rígido utilizados pelo menor, entre outros.
Tudo aconteceu no banheiro da escola comercial nº 5 “José de San Martín”, do bairro Balvanera. O adolescente acusado estava armado, mostrou a arma e tirou foto junto com outros dois colegas da mesma instituição. As imagens foram então enviadas através de um grupo de WhatsApp identificado como ‘3-1’, formado por alunos da escola, de forma a permitir a sua visualização apenas uma vez e acompanhadas da legenda ‘Spark 3 em 1’.
O incidente foi relatado pelo pai da aluna da instituição de ensino, apurando o que acontecia no grupo de WhatsApp em que sua filha estava. Assim, ele forneceu às autoridades capturas de tela de trocas naquela rede social, que incluíam uma foto do réu portando uma arma de fogo enquanto posava com dois companheiros.
Casos de ameaça de violência
No caso de ameaças em escolas de Buenos Aires, o município aplicou o “Protocolo de Ações de Proteção e Proteção em Situações de Violação dos Direitos de Meninas, Meninos e Adolescentes” do Ministério da Educação, que está em vigor desde o ano passado, e foram apresentadas denúncias pertinentes.
O protocolo estabelece a forma de agir em caso de ameaças nas escolas e visa proteger a integridade física e psicológica da comunidade educativa, garantir o cumprimento da lei e promover intervenções institucionais baseadas em padrões de proteção e cuidados coletivos.
Neste contexto, foram estabelecidas linhas de atuação com o Ministério Público e Tutela Pública, a Polícia Municipal e o Conselho dos Direitos das Meninas, Meninos e Adolescentes.
A este respeito, em conferência de imprensa realizada na sede do Governo de Buenos Aires nesta segunda-feira, o Procurador-Geral da cidade, Martín López Zavaleta, explicou: Os autores destes acontecimentos permitem avançar em cada caso específico e desempenham uma função preventiva, pois evita a repetição deste comportamento.