O ator Diego PerettiO homem de 63 anos foi submetido a uma cirurgia cardíaca esta quinta-feira Instituto Cardiovascular de Buenos Aires (ICBA)onde um stent foi colocado. A intervenção foi ambulatorial, planejada e bem sucedida.
Peretti está atualmente se recuperando em casa e, se progredir favoravelmente, retomará seu papel de protagonista na peça”.O chefe do chefe“Na próxima semana.
Segundo as primeiras versões, o ator solicitou ao ICBA um check-up de rotina. Porém, os resultados não foram os esperados e os médicos aconselharam-na a fazer uma cirurgia. angioplastia para evitar maiores complicações.
Por conta disso, Peretti passou por uma cirurgia cardíaca onde colocou um stentuma prática médica diária que, no caso de doença coronariana, como o ator de 63 anos, permite estabelecer o fluxo sanguíneo na artéria coronária afetada.
Após uma breve intervenção, o tradutor permaneceu sob vigilância durante várias horas e ele finalmente recebeu alta.
Baseado no episódio clínico do ator, o produtor “O chefe do chefe– obra em que Peretti atua ao lado Frederico D’Elia no Paseo La Plaza – anunciou que a suspensão era temporária e que os ingressos adquiridos anteriormente permaneceriam válidos para as novas datas.
No final de 2025 e depois de fazer sua estreia na direção Morte de um comediantePeretti deu entrevista A NAÇÃO. Nessas idas e vindas, o ator contou sua experiência filmando a coprodução coletiva Orsai Audiovisuales, em Bruxelas. Além disso, contou porque optou por falar sobre crise existencial e mergulho no início.
– Você atuou, escreveu o roteiro e foi codiretor Morte de um comediante. É uma produção conjunta com atores de vários países, estética de quadrinhos, filmada na Bélgica. No seu primeiro filme você jogou toda a carne na grelha
– (Risos) Não foi nada fácil. Nada. Mas foi muito agradável para mim. Obviamente o corpo foi afetado e eu fui afetado.
– Você se machucou durante as filmagens?
– No início da pré-produção na Bélgica. Por mais frio que estivesse, tive que usar jeans, e foi um desastre, mas eu tinha tanta adrenalina criativa, um grupo tão ansioso para passar para imagens já encenadas, que eu aguentava qualquer coisa (risos). Cheguei em casa depois das filmagens me sentindo exausto, mas quando você está cansado e feliz, você não sofre. Lembro-me que especialmente em Bruxelas eu terminava o dia de trabalho e ia para o meu apartamento, via filmes em inglês ou francês e ia dormir. E ele dormiu como nunca antes. Sem insônia. Cansado. Acordamos às 4 da manhã, porque era inverno e o dia estava curto, e tínhamos que começar a nos preparar para as filmagens à noite. O sol nasceu às 8 e filmamos até as 4, quando já era noite novamente. Tivemos que aproveitar cada raio de luz. Lembro-me disso como uma coisa muito, muito agradável. Foi em 2023 e tivemos duas semanas de pré-produção e três semanas de filmagem em Bruxelas. E em Buenos Aires tivemos dois meses de pré-produção e quatro semanas de filmagem.
– Como foi trabalhar dessa forma com a Orsai, principalmente com os pequenos produtores associados?
– Foi iniciativa de Hernan Cascari, que dirige Orsai e é seu idealizador. Queriam criar conteúdos audiovisuais completamente independentes do Estado ou do setor privado. Javier Beltramino, com quem co-dirigi o filme, me procurou, disse que queria fazer um filme independente comigo, o assunto era meu, mas nós dois fizemos. Ele me apresentou a Hernán Caschiari, que na época não tinha a comunidade de Orsay, e a Christian Basilis, outro produtor. Contei a eles a ideia que tive.