Ministro da Segurança Nacional Alejandra Monteolivadefendeu sua posição na noite de terça-feira sobre o uso da figura de feminicídio relacionado ao caso Agostina Vega. “Nem todos os assassinatos de mulheres são feminicídios”, disse ele em entrevista ao LN+.
Anteriormente, um funcionário do gabinete nacional classificou como assassinato o caso de uma menina de 14 anos morta em Córdoba, o que lhe rendeu críticas. Monteoliva também enfatizou que a responsabilidade pela instauração dos casos cabe à justiça e não ao ministério. “Se a carteira de uma mulher é roubada e ela é baleada na rua, não é feminicídio”.
Por outro lado, o ministro defendeu a investigação realizada no caso “Agostina Vega”. “O alarme da Sofia não atrasou”disse o funcionário.
Ao dar mais detalhes sobre o protocolo de busca de menores, o ministro esclareceu que se trata de uma “decisão conjunta” que envolve o Ministério Público, o juiz do caso e as autoridades.
Ele também garantiu que está comprovado Lançar o Alerta Sofia antecipadamente pode ser contraproducente. “Por exemplo, se for uma situação de tráfico, pode haver o risco de tirar a vida dessa pessoa”, disse ele.
“O Ministério Público concluiu as diligências da investigação preliminar, há um corpo, está em curso uma investigação, foram encontrados suspeitos detidos e a hipótese, se não fosse, seria grave”, defendeu.
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