Policiais da cidade sequestrados 2.700 pares de tênis contrabandeados país no distrito de Retiro, em Buenos Aires, como parte de uma investigação que levou a 12 ataques simultâneos na área da galeria comercial localizada no centro de transferência da região.
A operação foi executada pelo Departamento de Investigação de Organizações Criminosas, que atuou por ordem judicial, após investigação iniciada pela Coordenação de Ligação Técnico-Operacional do Ministério de Segurança Urbana.
Segundo as fontes do caso, a investigação permitiu apurar que os comerciantes verificados vendiam a mercadoria entrou no país de forma irregularviolando a Lei 22.415 do Código Aduaneiro.
Com base na análise das informações coletadas, a Justiça Federal determinou os procedimentos, que foram realizados na Avenida Ramos Mejia, 1.400.
A medida foi tomada pelo Juizado Penal Econômico nº 7, presidido pelo juiz Juan Pedro Galván Greenway.
Durante as operações, os policiais apreenderam um total de 2.700 pares de calçados esportivos de diversas marcas e modelos, que teriam sido trazidos para o país. sem documentos aduaneiros apropriados. De acordo com a avaliação efectuada pelos funcionários da Direcção Geral dos Serviços Aduaneiros. O valor de mercado do material apreendido é de aproximadamente 162 milhões de pesos.
As autoridades indicaram que as áreas inspecionadas faziam parte de rede de marketing de varejo na galeria comercial está localizado em uma das áreas mais movimentadas da cidade de Buenos Aires, em frente ao terminal ferroviário, o que facilitou a distribuição de mercadorias no mercado informal.
O procedimento faz parte de uma série de ações recentes que visam combater o contrabando e a venda de mercadorias falsificadas ou importadas ilegalmente. A este respeito, fontes oficiais lembraram que No dia 19 de maio, foram realizadas incursões no distrito de Floresonde foram apreendidos mais de 5.000 pares de tênis, além de outros bens ilegais com valor estimado em mais de 240 milhões de pesos.
Ambas as operações são vistas pelos investigadores como parte do mesmo problema dos esquemas de distribuição de vestuário e calçado, que entram no país sem controlo aduaneiro e depois são vendidos nos centros urbanos através de lojas de retalho.