O conflito no Médio Oriente continua e possibilidade de acordo As coisas estão a ficar mais difíceis entre os Estados Unidos e o regime iraniano, especialmente porque ambos os lados permanecem entrincheirados.
Nesse contexto, o analista internacional Andrés Repetto aprofundou LN+ nele Cenário do conflito atual. “A situação no Médio Oriente é extremamente difícil, neste momento os ataques do Irão contra o Kuwait, onde já há vítimas e feridos.
“A situação é extremamente complicada e falando do cessar-fogo, o título não corresponde ao que se passa no terreno”, enfatizou.
A Guarda Revolucionária do Irão anunciou que atacou a Quinta Frota dos Estados Unidos. “É muito difícil, perigoso, vemos destroços no Aeroporto Internacional do Kuwait, onde já há vítimas e feridos, deveria ser fechado”, enfatizou Repetto e acrescentou imediatamente. “A situação é extremamente crítica”.
Perante a possibilidade de chegar a um acordo entre as duas partes, o especialista declarou que os Estados Unidos estão a perder a guerra contra o Irão, tendo em conta quais foram os objectivos anunciados pelo Presidente Trump.
Nesse sentido, ele insistiu.Você negociou?mas o Irão diz que não há negociações nesta situação.”
“O secretário de Estado disse que percebeu perante o Congresso dos Estados Unidos que as negociações do Irão sobre a questão nuclear vão demorar muito”, concluiu.
As últimas declarações de Donald Trump
Em meio às crescentes tensões com Benjamin Netanyahu sobre as negociações com o regime iraniano e os bombardeios no Líbano, Donald Trump afirmou que gostaria de se encontrar com o líder supremo do IrãMojtaba Khamenei.
“Eu adoraria conhecê-lo e provavelmente o faremos em algum momento, só depende de como as coisas vão”.Trump anunciou em entrevista publicada na quarta-feira Correio de Nova York.
“Eles já concordaram que não terão armas nucleares”.Segundo a agência, Trump disse Reuters, Quanto à produção de armas nucleares pelo Irão. O presidente também afirmou que Khamenei participa de negociações de paz para acabar com a guerra e que mantém influência dentro do regime iraniano, apesar dos problemas de saúde que diz ter sofrido após o ataque aéreo.