Ele Conselho de Administração do Fundo Monetário Internacional (FMI). Aprovou uma segunda revisão do programa com a Argentina nesta quinta-feira e revelou uma alocação esperada de US$ 1 bilhão para o país, disse a organização em um comunicado.
O governo decidiu não regressar aos mercados internacionais, apesar de existirem janelas de oportunidade desde o final de 2025 até ao início de 2026, dado que o nível de risco país implica a validação de taxas elevadas, que, segundo a equipa económica, não refletem os fundamentos da economia argentina. Por isso, avançou nas negociações para obter garantias de organismos multilaterais como o Banco Mundial, o BID e a CAF, com o objetivo de obter financiamento privado a um custo menor.
Atualmente, a Argentina continua sendo o principal devedor do FMI. A dívida pendente é de 57 mil milhões de dólares, equivalente a DSE 41.789 milhões, representando cerca de 35% da carteira total da agência. A maior parte do financiamento já foi atribuída e uma impacto recorde em seu balançoFundação busca nesta revisão fortalecer o programa e garantir sua sustentabilidadenum contexto em que o principal desafio continua a ser acumulação de reservas.
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