River enfrenta Rosário CentralNo Monumental, em busca da final do torneio Apertura. É um voo alto e atenção máxima devido às repetidas contradições dos últimos dias. Acima de tudo, na competição Central e Corridapelo qual foi demitido Milagre Martinez e a Academia terminou com dois jogadores a menos antes do 2-1 final.
A arbitragem e o impacto do VAR foram fundamentais para o torneio com foco nas partidas de Rosario Barracas Central e Boca entre outras equipes.
Ele é o árbitro do jogo desta noite em Nunes Nicolau Ramírez39 anos, um dos melhores jogadores de 2026, porém, não irá à Copa do Mundo. Seus companheiros são o Árbitro Assistente 1, Juan Pablo Belatiárbitro assistente 2, Pablo González e o quarto árbitro Bruno Amiconi. O VAR tem o papel decisivo Silvio Trucco e Laura Fortunato da AVAR.
O primeiro gesto foi entre sorrisos, Entre Fideo e Chino Martínez QuartaCapitão do River. Lá foi decidido iniciar o jogo após o lançamento de uma moeda.
Na primeira parte da partida, Ramirez não teve problemas, esteve sempre perto da ação. Não houve contradições, não houve apresentações em discussão. Até a violação Franco Ibarra sobre Sebastian Driusi criou o primeiro cartão. Amarelo, decisão correta, independente do atacante estar lesionado.
O árbitro inicialmente hesitou em sancionar. Ao ver Driusi chorando por causa de dores no joelho direito, prestou atenção e repreendeu o meio-campista. “Ele quebrou o joelho.”Chacho Kude disse antes de entrar Joaquim Freitas.
Mais tarde, Coppetti fingiu uma falta sobre Martínez Cuarta que foi perdida pelo VAR. É muito difícil ser palco no futebol argentino: tudo se pede, tudo se modela.
Um pouco mais tarde, mas de forma decisiva, instruiu outro central. Ignácio Ovando por resistir fortemente a outra criança, Freitas.
Touchdown de Gaston Avila Martinez acertou a chamada do VAR para o árbitro na área de Cuarta. Marrom e amarelo. Pênalti e amarelo (Poderia ter sido expulsão se as regras fossem rigorosamente aplicadas.) Então Konan Ledesma adivinhou a intenção de Gonzalo Montiel e deteve-o.
Ramirez teve pouco o que fazer até os 12 minutos do segundo tempo, quando advertiu corretamente Fausto Vera, o primeiro do River, por falta muito violenta sobre Fideo.
Ele também marcou o outro pênalti do time da casa, sem intervenção do VAR, em falta de Conan sobre Freitas. O goleiro foi avisado. Collidius, no outro arco, resolveu muito bem.
Nos últimos minutos, Ramirez tentou com muita tensão evitar qualquer tipo de conflito e contradição. Ele primeiro disciplinou Facundo Collidio e depois Enzo Coppetti, que deu um soco na cara do garoto Rivero. O maldito zagueiro entrou poucos minutos depois. Havia a sensação de que ele poderia ter sido expulso se o VAR tivesse chamado o árbitro.
Deu sete minutos de acréscimo, o que, tirando algumas interrupções, pareceu excessivo. No final, conseguiu expulsar Ibarra, que acertou o pequeno Meza. O volante de Rosário já estava amarelo.
Milionário estreia no torneio contra o Barracas Central e como convidado, Ramirez Ele perdeu um pênalti por um handebol de Gaston Campi Antes do tiroteio de Fausto Vera. O árbitro do VAR também não ficou bravo. Heitor Paleta. E também, ele foi juiz no primeiro jogo sob sua liderança Eduardo Cudet, Contra o Huracán, no Parque Patricios, que o River venceu por 2 a 1. Naquela noite, ele concedeu um pênalti polêmico ao Globe (poderia dar-lhe outro no final devido a Paulo Diaz empurrar os Bisons) e cobrou dois a favor do River, um a pedido do VAR.
Por outro lado, no ano passado esteve na vitória por 3 a 1 sobre o “Instituto”, na qual concedeu um pênalti polêmico a Di Maria; então o Fidelo converteu.