E se for bonito e se for feio? Se funciona bem ou mal. Esteban Lamothe Ele está na boca de todos e o que se diz sobre ele é visto com humor.Isso me faz rir. São batalhas que acontecem fora de mim“Com flashes de um galã em série e também de um menino independenteO ator nascido em Ameghino tem muitos sucessos no cinema, teatro e televisão. Desde o seu início O estudante raiva em seu personagem inveja Lamothe soube se posicionar entre os artistas mais requisitados da cena local. Mantém ainda o seu grupo de teatro independente Los Primos (com Pilar Gamboa, Esteban Billiardi e Susana Pampin) e agora actuará em palco sob a direcção de Javier Dolte e com Benjamin Vicuna; um as histórias de amor mais icônicas e trágicas cinema das últimas décadas. O segredo na montanha.
– Como você analisa seu início?
– Acho que tive a sorte de ter contato com pessoas que admiro antes de serem quem são hoje: Romina Paula, Pilar Gamboa, Esteban Billiardi e Susana Pampi. Nos reunimos porque gostávamos do jeito que eles se comportavam, do jeito que pensavam, da música que ouviam. E então começamos a tentar fazer algo nós mesmos, porque senão é muito desagradável ser ator e esperar que alguém ligue para você. Nós também fazemos isso, mas se você conseguir criar um lugar onde possa operar com total liberdade e rodeado de pessoas que o amam e respeitam, e que estão até dispostas a saltar para o desconhecido, isso é ainda melhor.
– Você é corajoso, que já está na “moda” há algum tempo, e ri um pouco desse apelido…
– É bom estar na moda, não importa o que aconteça ciúmes ou para os romances que fiz com Adrian Suar em Polka, digamos para minha carreira como ator de televisão, que veio muito depois da minha carreira de ator. Quando apareci pela primeira vez na televisão, já tinha feito pelo menos 7 shows em cerca de 12 ou 14 anos. Estou bem com isso, acho que é isso que todo mundo quer. Estar na moda. você tem que ver o que te deixa na moda, certo?
– O que o traz a isso?
-SIM ciúmespor exemplo, ou na hora certa Absurdoquando eu fiz Lindoos romances que criei, que fizeram sucesso, me obrigaram diretamente a estar na moda. O estudante Isso me tornou popular em um certo mundo de filmes e cineastas independentes. Eu estava na moda naquele Bafici. Santi (Santiago Mitre) viu minhas peças e alguns filmes que fiz, por exemplo histórias extraordinárias com Llinas e ele me ligou. Tive um pouco de sorte porque ele me viu atuar naquele momento e eu tinha a idade que ele procurava. Há muitas coisas que não controlamos. E uma é: acho que qualquer ator quer se sair bem, quer até fazer uma série que faça sucesso e que todo mundo conheça porque dá mais trabalho.
– O que você acha que tem e que ninguém mais tem que o torna tão popular?
– Muitas coisas, não só as minhas, quer dizer… acho que não tenho uma arma específica, só procuro me dar e trabalhar. Eu amo muito atuar e sempre estive na moda com minha atuação. Isso me deixa orgulhoso, ou melhor, acho que pode me definir. Agora com a quarta temporada ciúmes A loucura continuou…Ninguém sabe como as coisas realmente são feitas porque ninguém sabe como acertar se fosse tão fácil; Os verdadeiros decadentes Eles escreveriam 10 músicas “Loco, tu forma de ser”, entendeu?
– Você está em projetos muito exigentes como ciúmes Ó: O segredo na montanha e ainda assim você continua sua primeira trupe com Los primos Claro, sombras
– É estranho, viu? Também sou um dos poucos atores que fez filmes e programas de TV naquela época, esteve na cena independente e com diretores entrando tanto no cinema de autor quanto na TV; A TV sumiu, mas foi estranho porque eu vim de um lugar diferente. Minha carreira é estranha porque comecei tarde na televisão, tinha 34 anos quando interpretei meu primeiro personagem pequeno você é meu homem. Minha carreira é mais errática, mais complexa, mais indecifrável, não é como a de um mero ator de cinema, nem como a do Luciano Castro. As pessoas começam a te ver através dos personagens, e entre isso e os relatos, forma-se uma imagem sua. É assim que meus ídolos são feitos para mim.
– Quem são seus ídolos?
– Eles mudam. Até agora, gosto muito do desempenho de Adam Driver. Eu amo Brad Pitt, eu amo Brad Pitt. Ele me parece um grande ator, um ator de primeira linha. Com uma corrida muito difícil de ser tão linda. O que ele faz pecados mortais ou o que ele faz Lendas de paixão…Um dos melhores gritos da história do cinema!
– Quem é Brad Pitt da Argentina?
– Meu! (série). Existem muitos. O que acontece é que não existe esse caso, mas há muitos atores de TV que não foram chamados para muitos filmes, que são muito bons. Luciano Castro, Nico Vasquez, Nico Cabre, não sei, Mariano Martinez. Havia aquele grupo de atores de televisão. Mas o estranho é que estive em dois lugares ao mesmo tempo – no cinema e na televisão – e continuei a mantê-lo. Tenho a sorte de poder transitar entre esses dois mundos com muita fluidez.
– Você está rindo do apelido corajoso…
– Gosto que me digam isso porque qualquer um gosta que lhe digam que é lindo. Nem sempre me diziam isso, mas não era como se me dissessem que eu era feia. Mas não é como se eu entrasse e eles dissessem: “Uau, que fofo!” Sou uma pessoa questionável por causa da minha beleza, muita gente me acha feia e se discute muito se sou bonita ou feia ou se sou bem comportada ou má, mas sim, bem. Acho a beleza atraente.
– Porque?
– Porque… Feio? Sim, sou linda. (risos) É muito bom que algumas pessoas fiquem bravas e digam: “Ei, não, não é muito fofo”, e outras me defendam. São batalhas que acontecem fora de mim, sabe?
– Mas você provoca uma “batalha”…
– Isso me faz rir, não fui eu que escolhi. Então eles me colocaram com um ícone como Chyna Suarez Absurdoque naquela época era uma estrela infantil e juvenil com muitos seguidores, e eu já era adulto. E aí foi impressionante. mulheres se atiraram diretamente em mim
– Literalmente?
– Sim, bem, detalhes, sim. Mas sem assédio. Acho que há mais assédio contra as mulheres. Foi algo que aconteceu mais do que qualquer outra coisa quando ele estava nos clubes. Houve mais de uma situação em que mulheres bêbadas se atiraram no “cara da TV”. Mas então Lindo Ó: Absurdo mudou e eles me viram como uma pessoa acessívelo garoto da porta ao lado(‘O Garoto da Porta ao Lado’). Tirando os caras do vizinho, eles são bastante hegemônicos aqui, são o Adônis, o mais notável são alguns caras muito musculosos, com rostos bem pequenos, muito fofos. Mais “Brad Pitt”, se preferir. E eu, como sempre digo, sou a esperança dos homens comuns. Espero pelos donos da loja de ferragens. escritório e prata, sou o tipo de cara que sabe fazer, com uma certa intimidade que aprecio.
– Adaptativo.
– É, e também aquele novo tipo de beleza, não sei, se você quiser, Peretti, eu, não sei, atores que não são perdedores mas pensam que são. Caras gostosos, mas algumas pessoas pensam que não somos caras clara e francamente bonitos. Beleza mais controversa quais são as regras da beleza.
– Como foi estar presente nos clubes?
– comecei mais tarde Absurdo porque percebi que muitas mulheres começaram a me seguir, público do filme. Antes eu tinha um público mais masculino, caras que me seguiam O estudante ou para obras teatrais independentes. E eles me pegaram e centenas deles pularam em mim. Quer dizer, a segurança teve que me tirar de lá entre cinco crianças.
– Você não registrou que não pode mais fazer isso.
– Eu não me registrei. Foi uma coisa louca. O atendimento foi meio parecido, eu ainda fazia muito pouco porque me cansava. Você vai jogar boliche e às três ou quatro da manhã eles te levam ao palco e dizem: Foi um bom dinheiro. Muito boa prata, preta. Não sei se tenho que dizer com as palavras de hoje… Talvez você tenha ido uma noite e te deram cinco ou seis tacos em cada pista de boliche, te deram em uma sacola de supermercado. Todo o dinheiro na bolsa, entendeu? Fiz dois finais de semana, mas conheço caras que fizeram isso o ano todo, teve até noites em que fizeram dois clubes. Mas bom, isso não me animou, eu já era mais velho, tinha um filho. Eu sinto que deveria ser mais jovem para fazer isso porque é a vida de uma estrela do rock, quer dizer, você vai para o aeroporto, você vai para Salta, você vai para Salta Bowling, você vai para Jujuy, você vai para Jujuy…
– Como você está se preparando para a estreia do filme? O segredo na montanha?
– Estou feliz. Além disso, agora que a estreia está chegando, sente-se medo, insegurança e ao mesmo tempo total alegria e êxtase para fazer teatro e fazer aquela produção com Benja (Benjamin Vicuña) e (Javier) Dolte. É um melodrama muito grande e vamos fazer uma homenagem ao filme, não é uma versão cinematográfica, é uma versão teatral. Imagine que o filme está cheio de cenas abertas de ovelhas e montanhas, e isto é um teatro. O que queremos contar é o espírito do amor impossível. É uma história de amor na qual estamos trabalhando com muita dedicação e muita vontade.
– E a nível pessoal, como é a sua relação com Deborah Nishimoto?
– Muito bom, super, espetacular. Agora começamos a procurar morar juntos. Nos trilhos. Eu estou lá como um casal. Dedicado a isso. Você tem que dedicar tempo a isso.