Ele Governo chamado Tabela de contato reunião da próxima segunda-feira fale sobre o modo de controle de sementescomo ficou conhecido por esta mídia. Esta é uma questão fundamental na agricultura no meio das exigências da indústria de sementes por um maior reconhecimento da propriedade intelectual. Entretanto, recorde-se que em Março do ano anterior, as entidades rurais apresentaram uma proposta à A lei das sementes às autoridades de Secretário de Agricultura devem ser analisados e discutidos.
Tanto quanto ele poderia saber A NAÇÃOalém dos representantes dos sujeitos rurais, o encontro contará com a presença de Ministro da Desregulamentação e Transformação do Estado, Federico Sturzenegger, e funcionários do Ministério da Agricultura, incluindo o seu chefe, Sérgio Iraeta, e Presidente do Instituto Nacional de Sementes (Inase), Martin Famulari, com quem dirige a força-tarefa desde a última edição Expoagro. Autoridades do CREA, Aapresid também participarão. você: Associação Argentina de Produtores de Sementes (ASA).
no caso de Federação Agrária da Argentina (FAA), participa Andrés Dominguez representa a organização, como seu presidente, Andrea Sarnari, confirmou que não comparecerá à reunião marcada para as 17h. “Há 20 anos que pedimos reforço do Inase e mais controloSarnari disse. Acrescentou que Dominguez irá à reunião com esse tom porque o governo está empenhado em trabalhar “oferta de reforço”.
A reunião de segunda-feira será, em princípio, uma apresentação do governo. “Eles nos ligaram do Ministério da Agricultura, nos trariam uma oferta para controle de sêmen.Nesse sentido, afirmou que a posição inicial do sujeito será a de ouvir a proposta oficial sem fazer definições diretas.
“Se houver uma oferta para monitorar sementes controladas, em princípio concordamos com esse objectivo. É preciso ver como é implementado e o que pensam. Depois conversaremos e responderemos o que eles nos oferecerem”, afirmou.
Sarnari enfatizou que a organização considera central fortalecendo o Inase como órgão reguladorcom maior presença territorial e capacidade de controlar. Em particular, mencionou que é necessário promover o chamado controle “saco branco”, que definiu como “o problema histórico da soja”. Segundo ele, a auto-utilização é uma prática legítima, enquanto o esquema informal de sementes responde à falta de controlo.
E quanto? a possibilidade de transferir funções de controle para o setor privado, alternativa, que o secretário Sturzenegger propôs no programa de televisão, Sarnari indicou que a FAA não tem uma posição fechada, embora tenha alertado que: O órgão estatal não deve perder o seu papel central. “Não somos a favor nem contra, pode haver acordos concretos com privados, por exemplo, em relação a laboratórios onde o “INAS” não tem infra-estruturas. Mas o supervisor da área deve continuar a implementar o Inase“, anunciou.
Neste sentido, disse que a organização pode controlar a área, as culturas, a produção e a comercialização. “Ele fez isso e pode continuar fazendo. Deveria ser fortalecido. Não queremos que seja desarmado. que você permaneça no controle. No futuro, se você precisar recorrer a uma empresa privada para alguma cooperação, você pode ir”, acrescentou.
E as palavras do ministro Sturzenegger de que “a Argentina não está protegida pela propriedade intelectual?” O líder insistiu que há proteção na Argentina propriedade intelectual e que a tecnologia já está sendo paga através da compra de sementes controladas. “Existe propriedade intelectual na Argentina, ela é protegida e paga na compra na bolsa. Depois há o uso próprio, que é legal, e há também o abuso do saco branco por falta de controlo por parte do Inase”, explicou.
Ele também lembrou que a organização O controle de sementes esteve ausente de um conselho de administração estatutário por duas décadas. “Nunca foi confirmado, apenas o presidente é nomeado pela secretaria, mas o esquema institucional estava incompleto”, afirmou.
Sobre o esquema “uso próprio”o líder mencionou que A proposta das entidades é continuar pagando pela tecnologia ao adquirir sementes e primeiro permitir o uso próprio gratuitamente e depois avaliar mecanismos de pagamento para aumento de produtividade. “Isso é tudo que acontece com as entidades produtoras. Sem isso, não tivemos resposta”, disse ele.
Alertou ainda para a falta de previsibilidade do sistema actual e para a existência de contratos entre privados, o que, segundo ele. excede o definido pela regulamentação atual. “Alguém tem que traçar o limite, e é o estado. Pedimos que a lei seja de ordem pública para que essas fronteiras sejam preservadas”, esclareceu.
Enquanto isso, a oferta rural procura reconhecimento de saldo propriedade intelectual para uso próprio. O diagrama afirma que: o produtor pode manter sementes obtidas legalmente (por exemplo, soja ou trigo), mas pagando uma taxa acordada para até três multiplicações, com a opção de cancelar esse valor desde o início na compra da bolsa. Presente ao mesmo tempo limite de até 500 hectares para uso próprio gratuito ao longo de três campanhas e sistema”gradual“, onde se a área plantada ultrapassar o original, você paga apenas por esse excesso.