Em março, a inflação voltou a acelerar, não diminuiu durante dez meses e atingiu 3,4%. É o maior até agora em 2026. No primeiro trimestre, acumulou 9,4%. quase a mudança que o Ministro da Economia, Luis Caputo, esperava durante todo o ano no seu projecto de orçamento. O governo e os economistas privados acreditam que finalmente irá desacelerar este mês.
O crescimento anual foi de 32,6%, segundo o Indec. No mesmo trimestre, porém, em 2005, acumulou-se 8,6 por cento, ante 9,4 por cento neste trimestre. A leitura de março foi superior ao esperado pelo mercado (3%), mas a inflação subjacente também acelerou em um décimo (3,2%), o que exclui a inflação ajustada e sazonal. Os setores que apresentam maior crescimento são educação (12,1%); Transportes (4,1%) e Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (3,7%). Os preços dos alimentos aumentaram 3,4% (na carne, que, segundo relatos, ficou mais barata em abril, aumentou até 8%). Há regiões do país (Noroeste e Nordeste) onde foi registrada inflação de 4% no mês.