SANTA FE.- Uma decisão judicial de grande impacto, tanto pela gravidade da acusação como por causa de um funcionário público em exercício, resultou em: Detenção do Procurador do Ministério Público. deste Estado, acusado de agressão sexual por penetração corporal, em concorrência ideal com a promoção da corrupção de menor, agravada por intimidação ou coação, em detrimento de menor em 2008-2009.
É sobre 4º Distrito Judiciário MPA Procurador Adjunto Leandro Benegas.por jurisdição: província no. Novamente no departamento.
Ele foi acusado em uma audiência naquela cidade semanas atrás, e a justiça decidiu então que o acusado não permaneceria sob custódia enquanto a investigação continuasse.
Conforme foi esclarecido, os fatos ocorreram em período incerto (2008-2009), quando a vítima era adolescente. Na época, Benegas era funcionário municipal de Vera e atuava como supervisor direto do pai do recorrente.
Devido a questões sobre a sua nomeação e contributos, o caso de Benegas foi levado ao poder legislativo provincial, conforme solicitado pelo juiz que agora está a apreciar o caso.
Esta quinta-feira, por larga maioria, após a conclusão da Comissão de Acordos, composta por oito deputados e quatro senadores, a Assembleia Legislativa aprovou o pedido de suspensão preventiva do subprocurador.
Nos dias anteriores, o arguido afirmou em declarações à imprensa que “é importante alertar para a gravidade institucional que a adoção de medida disciplinar implica no estado atual do processo judicial”, lembrando ainda que o Tribunal de Recurso Criminal de Vera decidiu afastar a juíza interveniente Norma Sen, por considerar que existem questões e questões relacionadas com o processo.
“Essa falta de imparcialidade e violação do devido processo legal é um elemento central que não pode ser ignorado pelo campo legislativo”, enfatizou.
Prender prisão
Depois que a decisão legislativa ficou conhecida. A justiça ordenou a efetivação da detenção do Procurador Benegas. A medida, ao que parece, foi adotada depois de levantada a imunidade que o impedia de ser detido até agora.
A ordem foi expedida pela juíza criminal Claudia Graciela Bressan e cumprida na noite desta sexta-feira na casa do magistrado, em Vera.
A prisão foi acompanhada de redução de 50% do salário e proibição de entrada em todos os gabinetes do Ministério Público.
Para abordar as razões lógicas da relação de Benegas com alguns dos detidos na sede da polícia, o juiz decidiu interná-lo no Hospital Vera, onde passou a noite.
Mas na manhã de sábado, após audiência no tribunal, o réu foi transferido para a Unidade Penitenciária nº 2, conhecida como Penitenciária Las Flores, localizada na entrada norte da capital do estado.
Enquanto decorria a sessão no tribunal de Vera, um grupo de familiares e amigos protestaram em frente daquele gabinete, exigindo a liberdade do procurador. “Chega de falsas denúncias”, disseram alguns dos presentes na reunião.
Por sua vez, alguns familiares de Benegas fizeram questão de lembrar à imprensa que o arguido necessita de cuidados especiais devido ao agravamento do seu estado de saúde.
Segundo eles, o detido “sofria de cancro renal”, o que interpretaram como “indignação por ter sido transferido sem ter alta” do hospital local.
Este fato pode afetar as ações subsequentes, uma vez que os advogados de defesa do promotor detido se apresentaram para determinar se as medidas tomadas após o afastamento do juiz de primeira instância do caso são justificadas, com argumentos avaliados no contexto do caso.