Isto Sindicato do bonde automotivo (UTA) anunciou que a partir da meia-noite desta quinta-feira, 9 de abril, A recusa em pagar salários manterá as atribuições como meio de força Março em algumas empresas do metrô de Buenos Aires. Esta decisão irá afetar a baixa rotatividade dos autocarros na AMBA, que já se refletiu após a subida do preço do gasóleo.
O sujeito do sindicato afirmou no comunicado que a decisão afetará as linhas cujas empresas não pagou “ativos totais”.
Por padrão, as linhas do barramento AMBA que corresponderão à fonte de alimentação são: 1, 2, 8, 9, 10, 15, 17, 19, 20, 21, 22, 24, 28, 29, 31, 32, 33, 37, 41, 41, 15, 17, 19, 24, 28, 29, 31, 32, 33, 37, 41, 6, 4, 4. 55, 56, 57, 59, 60, 63, 67, 70, 71, 74, 75, 78, 79, 80, 85, 86, 87, 88, 91, 92, 93, 95, 96, 810, 91, 90 105 110 111 113 114 117 119 123 124 126 127 128 129 130 133 134 135 136 1414 150, 152, 153, 154, 158, 159, 160, 161, 163, 164, 166, 168, 169, 172, 174, 176, 177, 178, 1018, 178, 178, 179 185, 188, 193, 194, 195 e 197
Por sua vez, a empresa Dota observou A NAÇÃO que pagou aos seus funcionários o salário correspondente em março e funcionará normalmente nesta quinta-feira.
A ação coerciva solicitada pela UTA surge no âmbito de outra reclamação que afetou o faturamento da AMBA. Esta terça e quarta-feira, as frequências de algumas linhas de autocarros foram reduzidas em protesto contra o aumento do preço do gasóleo, que registou um aumento de 25% desde a segunda quinzena de março.
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