O governo insiste mais uma vez na sua mensagem de “história completa” do 50º aniversário do golpe de Estado.

O governo insiste mais uma vez na sua mensagem de “história completa” do 50º aniversário do golpe de Estado.

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O governo pretende insistir nesta terça-feira. 50 anos após o golpe militar de 1976com sua atitude “memória cheia”uma de suas chamadas fundações “batalha cultural”. Estará em linha com o que fizeram no ano passado com um vídeo que se tornou viral nas redes sociais em que 30.000 foram questionados ausente durante a ditadura mais sangrenta da história local.

através da conta oficial de Casa rosaO poder executivo compartilhou a prévia de menos de um minuto intitulada:O Dia da Memória da Verdade e da Justiça acabou“, no mesmo tom da transmissão executiva em 2024 e 2025.

A nota anexada ao clipe diz:Amanhã completam-se 50 anos do dia 24 de março de 1976, data que exige conhecer a história completa, dos dois lados e sem mentiras.”.

Prévia do vídeo divulgado pelo governo por ocasião dos 50 anos do golpe militar de 24 de março de 1976.

Em tom solene, o vídeo compartilha o depoimento da neta recuperada do nº 127, filho de Mirian Fernandez e Valle Laraburre, ex-soldado argentino que foi sequestrado pelo Exército Revolucionário Popular em 1974 e detido por 372 dias.

O slogan é apresentado primeiro “24 de março – Dia da Memória da Verdade e da Justiça – Completo”renomeando o nome pelo qual a data, considerada feriado nacional desde 2002, é historicamente lembrada.

“Para curarmos como cidadãos, precisamos de contar a história real. O público acreditou numa história que não era real, que não estava completa”, diz Fernandez numa pré-visualização do vídeo, acrescentando que recuperou a sua identidade em 2017.

Enquanto isso, o filho do ex-soldado conta a história do pai. “É o sequestro mais longo da história da Argentina. Devemos apelar à unidade e à reconciliação entre os argentinos”, afirma numa pequena antevisão partilhada pelo governo na conta oficial da Casa Rosada.

Os responsáveis ​​governamentais reiteraram repetidamente a sua posição de que o que aconteceu em torno da última ditadura foi “explorado politicamente” pelo Kirchnerismo. Assim como questionaram os programas implementados nos últimos anos, chamando-os de “trabalho em direitos humanos”.

Nos anos anteriores, a Casa Rosada também procurou agravar a polêmica equiparar o terrorismo de Estado a ataques terroristas perpetrados por organizações guerrilheiras.

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