Depois de deixar os tribunais do Rio de Janeiro, Brasil, nesta terça-feira, Agostina PaezO advogado de Santiago, de 29 anos, acusado de racismo conversou com o jornalista Eduardo Feynmanrevisou sua situação legal depois que ele foi gravado fazendo gestos racistas e discutindo com um motorista por causa de postagens que postou nas redes sociais.
“Eu não sou um Feynman racistavocê que me matou no twitter Eu não sou racista“, disse Paez, que permanece na cidade brasileira e com uma bateria eletrónica para o caso que surgiu no dia 14 de janeiro, quando discutiu com empregados de mesa num bar de Ipanema por causa de uma conta alegadamente mal cobrada e de gestos racistas. foi gravado enquanto o macaco fazia movimentosum vídeo que se tornou uma prova central da justiça naquele país.
A partir de então, Paez é acusado de insultos raciais e permaneceu sob monitoramento com tornozeleira eletrônica e não conseguiu sair do Brasil.
“Reagi mal e pedi desculpas. Eu respondi a gestos obscenos– continuou o advogado do celular. A24:. Então ele acusou. “Você se misturou com a comunidade LGBT e Você também disse que a Argentina não quer Villeros. “Você vai vir e me chamar de racista?”
A base das acusações de Paes contra Feynman surgiu da postagem que o jornalista compartilhou em sua rede social. X, onde ele escreveu:O advogado racista retornará à Argentina“, acompanhado de um vídeo de um jovem de 29 anos.
Quando ele falou, Feynman respondeu:Eu não disse isso. Agora, se você pedir desculpas é que você era racista. Caso contrário, você não teria se desculpado.” “Você se desculpou porque foi racista porque sabe que não pode chamar alguém de macaco no Brasil”, insistiu ele.
“Eu nunca quis ofender“Paez defendeu no ponto mais alto da transição. “Mas você ofendeu. cometeu um ato racista”, respondeu Feynman. Ao final, o jornalista perguntou: “Tudo bem, quando você volta?”, ao que a jovem respondeu.eu ainda não sei“.
Agostina Paes reuniu-se terça-feira o início oficial do julgamento contra ele Nos tribunais do Rio de Janeiro, que originalmente incluía uma possível até 15 anos de prisão.
Na primeira audiência, o Ministério Público brasileiro reduziu a pena de três crimes para umvoltar Uma pena mínima que pode ser compensada por serviço comunitário e pagar indenização à vítima, conforme explicado Carla Junqueiraadvogado do arguido no final da sessão.

“Hoje em dia terei permissão para ir para casa”, disse ele. Agostina Páez, aliviado ao sair da sessão, que durou mais de três horas. “Eu disse a verdade ao juiz, a verdade em todos os momentos, pedi desculpas às vítimas”, acrescentou antes de desligar o celular. LN+.
A promotoria exigiu de Payes para compensar cada vítima em cerca de US$ 50.000. Assim, a punição se transforma em retribuição. Enquanto isso, o juiz ainda não tomou uma decisão. Os valores finais serão conhecidos após a assinatura da resolução, que deverá ocorrer nos próximos dias, e que por sua vez determinará a concretização da saída de Payes do país.