Cartas de leitores. Conformidade, exploração fiscal, outrora uma tragédia

Cartas de leitores. Conformidade, exploração fiscal, outrora uma tragédia

Mundo

Conformidade

As promessas de campanha de Mileh de abolir as castas e os privilégios, que tanto prejudicaram o país, ainda estão frescas. Contudo, vemos com preocupação que alguns acontecimentos recentes contradizem grosseiramente estas promessas. Aquelas palavras desastrosas que Nestor Kirchner proferiu estão ecoando novamente em meus ouvidos. “Não ouça o que eu digo, observe o que eu faço.” E assim aconteceu conosco.

Santiago L. Ordóñez

DIA 4.553.119

Operação pulloyl fiscal

Parece que tudo começou com uma mensagem psíquica. Dizia para derramar uma colher desse pó mágico em cada ponto preto do mapa da Argentina, aplicar e lavar levemente. Você verá que desses pontos negros surgirão seres puros capazes de cegar governantes e magistrados. Desta forma seremos todos iguais, nem culpados nem inocentes. Atenção: se repetido, pode ser fatal.

Lei de Inocência Fiscal. Triste e patético!

Marina Fernández Llorente

whitemarina@hotmail.com:

A Tragédia dos Onze

Julio de Vido testemunhou perante os juízes do caso Cuadernos, dizendo: “Estou preso e doente, mas preferiria morrer em casa”. O ex-ministro do Planejamento que está preso na prisão de Ezeiza, condenado pela tragédia do trem da estação Once, não deve ignorar que as vítimas fatais de 22 de fevereiro de 2012 não estão encarceradas nem doentes, nem preferem morrer onde morreram, como afirma. Justiça, justiça, justiça. É necessário compreendê-lo e aceitá-lo.

Óscar Edgardo Garcia

osedgar@yahoo.com

guerra

A nossa única guerra deveria ser contra a corrupção histórica e o desperdício de recursos públicos. Façamos da honestidade e da justiça os valores fundadores da nossa sociedade.

Antonio Mário Guarino

aguarino@fibertel.com.ar:

Pichetto

Na entrevista do dia 15 do corrente ano, Miguel Angel Picheto volta a relembrar receitas antigas, que a história do nosso país já pôs à prova… e fracassou. Vale lembrar que o país não atingiu seu longo declínio por excesso de abertura ou liberdade, mas sim por décadas de corporativismo, protecionismo seletivo e conluio entre o poder político e determinados interesses empresariais. O chamado “capitalismo nacional” tem sido muitas vezes um álibi elegante para justificar os benefícios, subsídios e mercados cativos que todos os argentinos acabaram pagando. É também preocupante que, em nome da chamada “unidade nacional”, Picheto esteja a tentar restaurar politicamente figuras cuja influência na vida pública está inevitavelmente ligada aos anos mais sombrios da degradação institucional do país. Talvez tenha chegado a hora de alguns veteranos políticos compreenderem que o seu tempo já passou.

Juan T. Maddie Kogo

DIA 44.940.031

Ilya

Parabenizo Luciano Romani, cujo artigo me faz pensar que o presidente Arturo Illa foi um democrata como poucos.

Emílio Sojo

DIA 4429905

Voar Bondi

Flybondi é uma empresa de chamadas privadas a baixo custoque oferece preços muito atrativos em comparação com a Aerolíneas Argentinas, uma empresa estatal extremamente cara que abusa do seu monopólio virtual. O problema com a Flybondi é que quase sempre reprograma os seus voos e muitas vezes os cancela completamente, deixando centenas de passageiros retidos. O comportamento desta empresa não é isolado, acontece o tempo todo, e as autoridades não intervêm adequadamente porque a empresa presta um serviço para o qual recebeu uma licença emitida pelo Estado com regras de funcionamento rigorosas. Regras que parecem não existir neste caso. O problema não é só da Flybondi, mas principalmente do Estado, pela sua ineficiência ou traição, pois não se pode descartar que exista alguma forma de corrupção que permita que essas discrepâncias aconteçam com tanta frequência e sem consequências, já que o Estado tem o direito de impor multas pesadas e até revogar a licença da Flybondi.

Combater a inflação, equilibrar o orçamento, eliminar o défice, desregulamentar e reduzir o sector público elefantino deixado para trás pelos governos populistas são todas políticas muito necessárias e essenciais, mas é também imperativo que o Estado cumpra as suas funções essenciais, que são muitas, incluindo monitorizar, controlar e prevenir abusos por parte de empresas que licenciam serviços de interesse público. Tanto mercado quanto possível, tanto estado quanto necessário. Neste caso, é muito necessário e urgente que o Estado intervenha para travar este “sistema” de actuação desta empresa para lucrar com o sofrimento dos passageiros.

Eduardo da Rua

DIA 12.074.204

cidade barulhenta

Concordo plenamente com a carta do Sr. Vago de 18 de março sobre o total descontrole sobre as motocicletas e motociclistas em geral. A direção imprudente, os ruídos terrivelmente irritantes dos escapamentos, tudo sem sanção ou controle efetivo, somados ao barulho dos ônibus, fazem de Buenos Aires uma das cidades mais poluentes em termos de ruído que existe. Alguns dirão que há algo semelhante na América do Sul, mas se compararmos com todos os europeus, estaremos a anos de distância. O pior é que nenhum governo está a tomar medidas sobre este assunto e o público não o questiona muito. Espero que algo mude logo.

Andrés Hefes

DIA 10.424.276

Na rede Facebook

Após uma operação intensiva, eles encontram a menina de dois anos que procuravam em Koskin

“Graças ao alarme da Sofia, que foi acionado rapidamente” -Ana Cristina Patriosi

“Ótimas notícias, agora que a justiça está investigando a fundo” – Celia Noemi Tafarel

“Graças a Deus, deixe-os encontrar os culpados” – Maria Cristina Oddone


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