Agostina PaezO advogado acusado de racismo chegou à Argentina nesta quarta-feira depois de dois meses no Brasil. A notícia foi confirmada pelo próprio advogado, de 29 anos. Na sua história do Instagram. “Olá Argentina!”– ele publicou com entusiasmo. Ele pousou por volta das 19h20. No Aeroporto Jorge Newbery.
Durante o diálogo com a imprensa, disse ele.Eu me senti muito impotente. Fiquei muito triste, passei muito mal. Foram meses muito difíceis para mim. Ainda não consigo acreditar que estou aqui. Eu não sabia o que iria acontecer até o último minuto. Quando embarquei no avião, senti uma imensa sensação de alívio e excitação. “Eu estava com medo de ir para a prisão.”.
Quanto às recomendações que faria aos argentinos que desejam passar férias no país vizinho, disse:Recomendo conhecer o contexto e as leis. Você vai para outro país e não sabe. Gosto do povo do Brasil. Isso não significa que eles sejam ruins. Você tem que ter cuidado. Eu reagi mal“.
Na última terça-feira, a Secretaria de Justiça do Rio de Janeiro determinou a retirada do braço eletrônico do jovem influenciador. Isso foi depois que o tribunal lhe concedeu um habeas corpus, um mandado que também lhe permitiu renove seu passaporte e obtenha permissão para entrar no país.
Por meio de seus stories no Instagram, Paes compartilhou as fotos seu advogado e equipe jurídica quem o representou. Agradeceu a cada um deles e também manifestou seu agradecimento ao Vice-Cônsul da Argentina no Rio de Janeiro, Maximiliano Alaniz Rodríguez.
Paez retuitou a história do advogado Pablo Ferraro Milla, que compartilhou a imagem da jovem com sua advogada, Carla Junqueira. Lá ele mencionou que Junqueira conseguiu o retorno de Payes ao país. “Você finalmente traz Agostina para casa…Parabéns pela grande vitória profissional. Parabéns (parabéns em português)”. escrito por Ferraro Mila.
O jovem influenciador carregou a história e adicionou seu próprio comentário. “Agora vamos voltar”. Ele então compartilhou a foto com sua equipe de advogados. “Que equipe incrível!” ele comentou. Ele também agradeceu a Rodriguez. “E obrigado ao vice-cônsul Maximiliano, que Ele me acompanhou nos momentos mais difíceis“.
Junqueira postou sua própria história com Payez já no avião. “A missão de resgate foi concluída com sucesso“, escreveu ele em inglês, que significa “a missão de resgate foi concluída com sucesso”. Ele também compartilhou um vídeo da jovem embarcando no avião da Aerolíneas Argentinas que a trouxe ao país. Payes compartilhou o vídeo e escreveu: “Olá Argentina!”.
Na última segunda-feira, o tribunal do Rio de Janeiro decidiu a favor do advogado, permitindo-lhe: remova o tornozelo eletrônico, restaure seu passaporte e retornar ao seu país de origem. Para que a remoção das restrições fosse eficaz, ele teve que pagar 60 títulos nacionais de salário mínimoque envolve cerca de US$ 20.000 e declaração de seu endereço atualizado na Argentina.
A decisão, assinada por Luciano Silva Barreto, camareiro da Oitava Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, reverteu a posição do juiz de primeira instância Guilherme Schilling Pollo Duarte e anunciou a permanência forçada de Paes no Brasil quando terminar a fase de coleta de provas. não tinha base processual e tornou-se “desgraça flagrantemente ilegal”.
“Cada dia que ele permanece no Brasil contra sua vontade (…) representa violação contínua e progressiva do seu direito de acesso“, justificou no julgamento feito com duras críticas ao juiz de primeira instância. Nesse sentido, elaborou Silva Barreto, mantendo a jovem no Rio de Janeiro. carecia de qualquer “utilidade processual” e tornou-se “um fim em si mesmo”..
Na terça-feira, a justiça local ordenou a retirada da bateria eletrônica do advogado, e nesta quarta ele pôde retornar à Argentina após: mais de dois meses num país vizinho Depois de fazer gestos racistas do lado de fora de um bar em Ipanema.