A quantidade de milionários que a argentina acusada de racismo, Agostina Paes, deve pagar às vítimas do Brasil.

A quantidade de milionários que a argentina acusada de racismo, Agostina Paes, deve pagar às vítimas do Brasil.

Mundo

O caso contra Agostina Paez deu virada de chave após a primeira audiência Nos tribunais do Rio de Janeiro, onde a promotoria retirou a acusação original e levantou-o um esquema de sanções que combina questões comunitárias com compensação financeira às vítimas.

Neste contexto, o foco do processo deixou de se centrar na possível prisão de longa duração e passou a centrar-se numa restituição, que pode incluir um acordo de um milhão de dólares por parte do acusado.

Agostina Paez com a sua advogada Carla JunqueiraBruna Prado – AP

Um dos pontos mais urgentes que surgiram após a audiência foi o pedido do Ministério Público para que Paes pagasse quase US$ 50 mil para cada vítima para os fatos.

Assim, a sentença definitiva traduzir-se-á numa compensação financeira direta, embora os valores finais ainda não tenham sido determinados pelo juiz, que deverá decidir nos próximos dias.

Após a audição, Agostina Paez e seu pai conversaram com LN+

Durante a sessão, o processo judicial registou progressos significativos. a acusação foi reduzida de três crimes para umo que reduziu significativamente a possível multa.

Como explicou o defensor. a sanção mínima pode ser substituída por serviço comunitáriode acordo com uma nova estratégia destinada a mitigar as consequências criminais e facilitar o retorno da jovem à Argentina.

“A primeira fase foi um sucesso”disse a defesa, que destacou o impacto que o pedido de desculpas de Paes teve na avaliação da acusação.

Nos dias que antecederam a audiência, a jovem fez uma declaração pública na qual confessou o seu comportamento. “Tive a reação errada ao me deixar levar pela raiva e estou pagando as consequências”.

Vídeo de Agostina Paes
Vídeo de Agostina Paes

Para a promotoria, o gesto foi fundamental. Segundo seu advogado. O arrependimento permitiu-lhe mostrar que compreende a gravidade do acontecimento num país onde o racismo é uma forte condenação social e jurídica..

Payez permaneceu dois meses no Brasil, proibido de sair e sob vigilância eletrônica. Porém, após a sessão, ele estava otimista. “Hoje em dia terei permissão para ir para casa”disse ele saindo do tribunal.

A proteção está funcionando o processo pode continuar na Argentinaaguardando decisão judicial, que determinará tanto o valor final da indenização quanto os prazos de execução da pena.


Fonte da notícia

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *