A sobrinha de Soleimani, Hamide Soleimani Afshar, é acusada por Washington de apoiar a República Islâmica. “Enquanto vivia nos Estados Unidos, ele espalhou propaganda do regime iraniano, mencionou ataques a soldados americanos e bases militares no Médio Oriente, elogiou o novo líder supremo do Irão, chamou os Estados Unidos de ‘grande demónio’ e expressou o seu apoio incondicional à Guarda Revolucionária do Irão, que é considerada uma organização terrorista”, refere o comunicado.
Segundo a agência de notícias iraniana Fars, a filha de Ghasem Soleimani, Zeinab Soleimani, negou as acusações. “Os detidos nos Estados Unidos não têm nada a ver com a família do general morto”, afirmou a agência. A televisão estatal iraniana citou Narjes Soleimani, outra filha de Qassem Soleimani e membro do Conselho Municipal Islâmico de Teerã, como tendo dito. “Até agora, nenhum membro da família ou amigo próximo do mártir Soleimani viveu nos Estados Unidos”, disse ele.