Meta First perde mais lutas do que o esperado – Deseret News

Meta First perde mais lutas do que o esperado – Deseret News

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  • O júri do Novo México considera metaplataformas prejudiciais à saúde mental das crianças.
  • O júri concluiu que a Meta ocultou os riscos para a saúde mental associados às suas plataformas.
  • Um segundo tribunal no Novo México ouvirá as reclamações de incômodo público contra Meta em maio.

Um júri do Novo México considerou as plataformas de mídia social da Meta prejudiciais às crianças em um processo civil. A decisão de terça-feira está sendo saudada como a primeira de uma onda de ações judiciais contra a empresa.

A ação foi movida no Novo México pelo procurador-geral do estado, Raul Torres.

A decisão impôs uma multa de US$ 375 milhões contra a empresa e encerrou um julgamento de sete semanas envolvendo o dono do Facebook, Instagram e WhatsApp. O processo alegou que Meta violou uma seção da Lei de Práticas Desleais do estado.

A Meta disse em comunicado que “discorda respeitosamente desta decisão” e irá apelar.

Um julgamento semelhante no Tribunal Superior de Los Angeles, que aguarda julgamento com júri, minou as proteções para empresas de mídia social sob a Primeira Emenda e a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, alegando que as plataformas de mídia social são “produtos defeituosos”. Os produtos defeituosos não possuem as proteções habituais.

Como informou recentemente o Deseret News, o processo também inclui Meta e YouTube. “Este caso envolve uma mulher, agora na casa dos 20 anos, conhecida apenas como KGM, que afirma ter se tornado viciada em redes sociais ainda jovem e que às vezes ficou deprimida e suicida”, dizia o artigo.

Encargos e prêmios

Aqui estão as principais conclusões da decisão do Novo México:

  • As alegações iniciais eram de que a Meta estava prejudicando a saúde mental das crianças e que a empresa havia ocultado deliberadamente o que sabia sobre os desafios da saúde mental e o risco de exploração sexual infantil nas plataformas. Conforme relatado pela NPR, “o júri confirmou as alegações de que a Meta fez declarações falsas ou enganosas e também concordou que a Meta se envolveu em práticas comerciais ‘injustas’ que se aproveitaram injustamente da vulnerabilidade e inexperiência das crianças”.
  • De acordo com a Associated Press, a promotora Linda Singer “pediu ao júri que impusesse penalidades civis de mais de US$ 2 bilhões com base em multas máximas de US$ 5.000 por violação em duas acusações de violações de proteção ao consumidor e cerca de 208.700 usuários mensais das plataformas Meta com menos de 18 anos no Novo México”.
  • A multa do júri foi supostamente baseada na conclusão de 37.500 violações, totalizando US$ 5.000, totalizando US$ 187,5 milhões por “atos injustos”. A fonte do NM disse que os 37.500 parecem representar um quarto dos adolescentes do estado.
  • A NPR observou que “a Meta está avaliada em cerca de US$ 1,5 trilhão. As ações da empresa subiram 5% nas negociações após o expediente após a decisão, um sinal de que os acionistas rejeitaram a notícia e seu impacto potencial nos negócios da empresa”.

No entanto, este não é o fim da história no Novo México. A Parte 2 começa em 4 de maio com uma reclamação de incômodo público contra Meta. O Departamento de Justiça do Novo México está pedindo ao juiz do Primeiro Distrito Judicial, Brian Bidsheid, que force Meta a pagar mais e também mude a plataforma para proteger melhor as crianças.

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