Poucas horas após o julgamento Agostina Paez Seu advogado no Brasil, Carla Junqueiraforneceu definições básicas sobre a situação da pessoa afetada no país vizinho e a direção do processo judicial. em diálogo com LN+O advogado alertou que o sistema judiciário brasileiro mantém posição firme contra esse tipo de crime. “Existem crimes graves que ficam impunes, mas o racismo não fica impune no Brasil”..
Conforme explicou, o caso ocorre no contexto de estritas sensibilidades sociais e regulatórias. A legislação atual, atualizada em 2023, procura garantir que estes crimes tenham caráter exemplar;o que afeta a resposta judicial.
Junqueira disse que o impacto do incidente afetou seu tratamento. Ele afirmou que Esta não é uma reação contra a nacionalidade de Paes, mas sim uma reação institucional à viralidade do episódio.
“A resposta do Judiciário aos crimes de racismo deve ser exemplar”.Ele continuou ressaltando que esse tipo de processo costuma abrir um precedente no Brasil.
Nesse sentido, ele considerou que Penas de até 15 anos declaradas publicamente são “desproporcionais”. e improvável porque, na prática, as penas são geralmente menores e, na maioria dos casos, parcialmente cumpridas em prisão domiciliária.
A advogada descreveu o quadro de alta vulnerabilidade emocional da jovem. Ele elaborou isso em tratamento com ansiolíticos, medo e ansiedadee quem passa pela situação com forte impacto psicológico.
“Ele está muito nervoso, com muito medo”Ele explicou, acrescentando que a principal preocupação de Paez era a possibilidade de ser transferido para um presídio no Rio de Janeiro, que descreveu como: “Pior cenário”.
Além disso, ele observou que Os influenciadores das redes sociais recebem ameaças o tempo todomesmo de contas identificadas como parte de organizações criminosas.

Junqueira adelantó que Ele aconselhou seu cliente a testemunhar, mas sem responder às perguntas da acusação ou à denúncia.dado que poderiam ser “prisioneiro”.
Ele também questionou a classificação do evento e afirmou que Foi uma reação direta no contexto do conflito. Segundo a defesa, o Ministério Público teria mudado a sequência dos acontecimentos ao comentar que os gestos de Paes precederam os insultos, quando, segundo sua versão, seriam fruto da situação anterior dentro do bar.
“O objetivo é provar o que aconteceu.”– ele resumiu.

A defesa afirma que Não há motivos para manter os cuidados que impedem Paes de retornar ao país. Ele insistiu que a jovem sempre compareceu à justiça, tem endereço fixo e não corre risco de fuga.
Nessa linha, enfatizou que a restrição atual implica praticamente uma restrição severa à sua liberdade. Ele não pode sair do Brasil e vive com medoapesar de ter um tornozelo eletrônico.
Ele também mencionou que O Itamaraty interveio facilitar que o processo ou julgamento final possa ser realizado na Argentina com base nos atuais acordos bilaterais.