Ni Una Menos, ao vivo. marchas contra a violência de gênero em todo o país, com toda a comoção para Agostina Vega

Ni Una Menos, ao vivo. marchas contra a violência de gênero em todo o país, com toda a comoção para Agostina Vega

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Laura Hochberg, representante da Associação Multissetorial de Mulheres, destacou esta luta, que já dura 11 anos nas ruas por reivindicações, lamentou as novas vítimas registradas nesse período e duvidou que, como aconteceu no caso de Agostina Vega em Córdoba, “não nos ouçam”. “Depois de três dias de acionamento do protocolo, o feminicídio teve três dias de liberdade para se desfazer de sua vítima”, disse.

Nesse sentido, questionou uma reivindicação reiterada que foi paga com vidas. “Não nos ouvem, não acompanham as nossas reclamações, não recebem as nossas reclamações”, apontou as situações em que mesmo quando as vítimas ou os seus familiares são recebidos na sede policial ou judicial, a resposta é lenta.

Mar del Plata registrou 44 casos de feminicídio na última década. Os três últimos foram no ano passado. E quem se tornou emblemático do movimento que criou foi Lucia Perez, uma adolescente de 16 anos. A Justiça, segundo decisão do Tribunal de Cassação, não considerou feminicídio e marcou há um mês novo julgamento para condenar os acusados, mas apenas por violência sexual. Ele foi condenado a 23 anos de prisão.



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