Justiça solicitou à Secretaria-Geral da Presidência chefiada por Carina Miley, informações específicas sobre um dos seus contratos em resposta a uma denúncia apresentada por um deputado Marcela Pagano sobre supostas violações.
A pessoa que está agora na encruzilhada da justiça Andrea Valéria Juarez, que, segundo a investigação do meio de comunicação El Disenso, no qual se baseia a denúncia, ajuda Karina Mille em assuntos pessoais, mas trabalha na estrutura da organização. Secretaria Geral da Presidência.
O promotor Alejandra Mangano A investigação foi reforçada ontem com a intimação de vários relatórios da secretária de Carina Millet para obter informações sobre o processo de contratação, as tarefas atribuídas a Juarez, a sua agenda e outros detalhes, disse uma fonte familiarizada com o assunto.
A denúncia afirma que Juarez afirmou em entrevista a uma mídia estrangeira que apoia a irmã do presidente em assuntos altamente pessoais que “exigem alguém de muita confiança”.
“De acordo com informações públicas e publicações jornalísticas investigativas com suporte documental verificável, a cidadã Andrea Valeria Juarez trabalhava na estrutura orgânica da Secretaria-Geral da Presidência da Nação sob a modalidade contratual “1303 – pessoal contratado do SINEP”, afirma a denúncia.
“Este regime de contratação, de acordo com a regulamentação nacional de emprego público em vigor, destina-se ao desempenho de funções administrativas ou profissionais no Estado, introduzindo em todos os casos o desempenho efetivo de tarefas em benefício da entidade adjudicante e do interesse público.”
Repetindo a investigação do jornalista, Pagano afirma na denúncia que a mulher visitou a Casa Rosada apenas duas vezes em 2025, no dia 6 de março, por volta das 16h08. e às 17h48, e no dia 11 de agosto por volta das 13h. e 21:19.
Refere-se também à irmã de Juarez, Laura Gisela, que atua como funcionária da Administração Nacional da Previdência Social (ANSES) e estaria no camarote presidencial no dia da posse de Mile.