Ler Declarações de Christian Lema Depois de anunciarem sua aposentadoria do futebol, eles construíram um time forte comoção no mundo do Boca. O ex-zagueiro criticou a administração e a diretoria de futebol pela forma como sua situação no clube tem sido conduzida. Contudo, a resposta não demorou muito. Maurício “Chicho” Serna saiu difícil para apoiar Juan Román Riquelme e questionando a abordagem do ex-jogador.
Serna, que integrou a diretoria de futebol até agosto do ano passado, ficou chateado com os questionamentos do zagueiro e defendeu o posicionamento institucional do clube.
“Todo mundo está atacando o presidente ou o conselho de futebol. Quantos desses jogadores deram tudo de si para ficar?“, anunciou o colombiano em diálogo com o “Boca de Seleccion”.
Vale lembrar que o Boca descreveu Lema como um “líder” apenas dois meses depois de sua contratação, o que gerou debate nas redes esportivas e na mídia.
O ex-meio-campista colombiano, vencedor da Copa Libertadores pelo Boca e um dos líderes mais próximos de Riquelme nos últimos anos, também se concentrou na rivalidade interna do time.
“Onde está a vontade de lutar por uma vaga? “Não se vê, não se aprecia”, acrescentou. E foi ainda mais direto ao se referir à situação específica de Lema. “Ele tem lutado para jogar mais? Isso é ser profissional.”“.
Para Serna, o conflito revelado pelo zagueiro é uma resposta ao ponto de vista individual, que não leva em conta o posicionamento institucional do clube. “Nosso papel é proteger “Boka”. Você não pode aceitar que nenhum jogador saia. Ele diz isso porque é a versão dele”, disse ele.
Além disso, o ex-membro da diretoria voltou a cerrar fileiras com o presidente do clube condenou a perseguição à mídia para a condução atual.
“De uma coisa tenho certeza: nem tudo funciona perfeitamente, mas em grande parte dos casos isso se deve ao fato de o presidente ser Riquelme. A perseguição é conhecida“, foi realizada.
Nesse sentido, Serna destacou a imagem do atual presidente do Xeneize e o seu peso na história do clube.
“Roman derrotou a história, o poder. Repito, nem tudo é bem feito, mas a grande maioria das qualificações que inventaram são feitas de forma maliciosa”, afirmou.
Depois disso veio a resposta do colombiano Christian LemaAnunciando sua aposentadoria do futebol profissional, questione a resolução da sua situação Durante seu último ano no Boca.
O zagueiro explicou que sua decisão foi marcada pelo esgotamento mental e pela falta de saída clara do clube quando deixou de ser cogitado.
“Quando o patrão fala isso, não adianta continuar”, explicou.
Lema descobriu que ele havia pedido para rescindir seu contrato em meados de 2025quando ainda faltavam seis meses de contrato, mas não conseguiu liquidar sua saída antes do fechamento do mercado de transferências.
“No último dia de mercado me disseram que se eu encontrar um clube posso ir, para onde você quer que eu vá?”ele disse em entrevista ao Locos por la Redonda.
Ele também descreveu relacionamento à distância especialmente entre jogadores e gestão com o presidente do clube.
“Você não tem um relacionamento com ele, sabe, sim. Você fala se ele quiser falar, porque senão você não fala.“, garantiu.
As palavras de Lema e a resposta de Serna colocaram mais uma vez sobre a mesa o debate recorrente no Boca. A relação entre os jogadores e a gestão durante a liderança de Riquelme.
Enquanto o ex-zagueiro questionava sua saída e sua relação com a direção do clube, Serna se manifestou apoiando o posicionamento institucional e sugeriu que os jogadores também assumam sua parcela de responsabilidade.