Mariela Altamiranomãe Anjo LopesO menino de 4 anos morreu no hospital Comodoro Rivadavia depois de ser hospitalizado com ferimentos, Ele foi preso junto com seu companheiro. Michelle Kevin Gonzálezé acusado assassinato brutal. “Para nós, trata-se síndrome da criança espancada. Nossa hipótese é que eles infligiram os golpes que levaram à sua morte”, afirmou o promotor de Chubut. Christian Olazábal, um dos advogados que lideram a investigação.
Segundo um funcionário judicial. A conclusão preliminar da autópsia revelou que Angel apresentava 20 lesões internas em diferentes partes do crânio. “Foi isto que nos fez manter esta repetida má atitude”, frisou. “Eles lhe dariam os golpes duplos que levaram a esse final. Estas lesões deviam ter tido sintomas e ficaram escondidas até domingo (dia em que a vítima deu entrada no hospital regional de ambulância)»enfatizou o promotor.
“Vamos fazer tudo. A morte do meu filho não vai ficar assim. Todos os culpados vão pagar”, disse Luis López, pai de Angel, esta segunda-feira depois de deixar o Ministério Público. “O que estou passando é muito para mim.”– enfatizou o homem LN+. “Precisamos que testemunhas e vizinhos se apresentem (sobre os gritos e espancamentos que denunciam à vítima).”insistiu o pai.
“Anjo, como meu nome diz, ele será um anjo para todas as crianças que estão sofrendo e ninguém o vê.”– acrescentou o pai, referindo-se às suas denúncias, patrocinadas por seu advogado Roberto Castillo, de que seu filho não deveria ficar sob a custódia de sua mãe biológica por causa de sua origem, e de que há funcionários judiciais que o ignoraram. “O pai me contou quantas vezes bateu de porta em porta e não zelou pelo melhor interesse da criança.”Durante o diálogo com este jornal, o advogado disse.
Pela denúncia, quando Altamirano restabeleceu relações com a criança após sair de casa, benefício judicial que recebeu, segundo o advogado, por ter condenado o pai do menor por suposto ato anterior de abuso;
O advogado Castillo, ampliando sua denúncia, acusou o juiz de família Pablo Perez e Verônica Roldan, conselheira de família, de ouvirem a criança, que não conhecia Altamirano como pai, mas conhecia Andrade, e que, apesar disso, “foi imposta uma restrição de limites que proibia a família paterna de ter qualquer contato com A”.
De acordo com a denúncia: A promotoria considerou os dois presos coautores do crime. “Homem por ação e ela por omissão”em diálogo com Olazabal disse Rádio Mitre. Além disso, referiu que a investigação preparatória terá um prazo de seis meses, de acordo com a regulamentação em vigor na região, período durante o qual serão recolhidas as provas.
Na noite deste domingo, o promotor-chefe de Chubut, Facundo Oribones, junto com a promotora Diana Guzman, pediram a um juiz criminal que prendesse Altamirano e Gonzalez em conexão com a investigação da morte de Angel. Fontes do caso observaram que Ambos foram colocados em celas diferentes, e que a sessão do tribunal acontecerá nesta terça-feira, e eles terão a oportunidade de testemunhar durante a investigação preliminar..