O presidente da UIA pediu “comércio mais justo” e proteção da cadeia automotiva

O presidente da UIA pediu “comércio mais justo” e proteção da cadeia automotiva

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no âmbito da nova edição do mecânica de automóveis, O encontro, que reúne mais de 700 marcas de 30 países do ramo de autopeças, aconteceu Presidente da União Industrial da Argentina (UIA), Martinho Rapalini, que emitiu declarações a esse respeito novidades do setor.

“A indústria automotiva é uma indústria globalmente competitiva e devemos apreciá-lo. O desafio que enfrentamos como fabricantes é construir juntos, comércio mais leal– disse o chefe da UIA.

Suas palavras ocorrem em um contexto onde o balanço do primeiro trimestre revela um cenário difícil para a indústria automotiva. A produção acumulada foi de 92.346 veículos, volume que reflete um diminuiu 19% em relação ao ano anterior.

Continuando nesta linha, Rapallini analisou que a indústria vive um momento de mudanças muito profundas em preços e qualidade, mas Devem ser tomadas medidas para acabar com o que é considerado “concorrência desleal”..

Avançado das empresas automobilísticas chinesas na Argentina e na região força grandes marcas a repensar sua matriz produtiva. São mais de 20 empresas de origem asiática que chegaram ao país nos últimos meses e, embora a sua quota de mercado seja fragmentada, registaram um crescimento superior a 500% nos últimos meses.

Isto é agravado pela decisão de grandes marcas de se estabelecerem na região, com grandes fábricas no Brasil, como a BYD.

Uma nova edição da Automechanika foi inaugurada na propriedade La RuralARQUIVO MÁXIMO

Por sua vez, o presidente da AFAC, Juan Cesar Cozuol, enfatizou o reinício e. Atualização do acordo bilateral automobilístico com o Brasil e a importância de ter uma política setorial focada em novas tecnologias.

Pablo também esteve presente bom Secretário de coordenação de produção do Ministério da Economia da RA.

O evento foi organizado pela Associação Argentina de Fábricas de Componentes (AFAC).ARQUIVO MÁXIMO

O evento vai até sábado, 11 de abril, com análise Um momento chave no setor que foi revolucionado pela abertura às importações e, portanto, pela maior presença de marcas estrangeiras – sobretudo de origem chinesa – essa concorrência intensificou-se.

Isto se soma a um mercado que deixou para trás a lógica das meias como proteção contra a inflação e está cada vez mais orientado para a concorrência de vendas. O resultado é uma maior oferta de produtos, mas com uma procura que não cresce ao mesmo ritmo, pressionando as margens e obrigando as empresas a repensar as suas estratégias.

O setor de autopeças enfrenta um desafio devido ao aumento da concorrência devido ao aumento das importaçõesChris Young – Imprensa Canadense

Neste novo mapa, Aftermarket vem como opção básicaonde a crescente complexidade tecnológica dos automóveis reforça o papel do mecânico independente e a necessidade de ter peças sobressalentes prontamente disponíveis, informações técnicas precisas e redes de serviços eficientes.


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