Família de Thaysa Vilas Boas pede ajuda à comunidade para tratamento

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Parentes e amigos de Thaysa Emanuelle Vilas Boas, 24 anos, estão pedindo ajuda que pode ser feita em dinheiro ou em produtos de higiene. A jovem foi baleada na cabeça por um tiro deflagrado pelo irmão no município de Tapejara há mais de dois anos. Na ocasião ela estava grávida. Atualmente vive em estado vegetativo.

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A mãe, Marcia Cristina Lopes morava e trabalhava na cidade de Milford, no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos quando aconteceu o fato.

Ela abandonou tudo e retornou para o Brasil para cuidar da filha. Hoje vive de ‘bicos’ através de costura feita com retalhos e material doado.

A doação pode ser feita através do facebook, pelo link do site Vakinha (clique aqui). A meta estipulada no site é de R$ 8 mil, mas a mãe de Thaysa relata que sua intenção é conseguir produtos de limpeza e material de higiene, além de roupas de cama que podem até ser usadas.

“Os amigos da Thaysa colocaram um valor como meta de arrecadação para que possamos adquirir estes produtos, mas quem quiser ajudar com produtos de higiene, limpeza, fraldas e roupa de cama, estamos recebendo também. Como faço muitas trocas de roupa de cama e lavamos muitos lençóis, toda ajuda é bem vinda”, revela Marcia. Entre os produtos que podem ser doados estão água sanitária, detergente, sabão em pó, lenços umedecidos, hidratante corporal, desinfetante e amaciante.

Ela também falou sobre o estado de saúde da filha. “A Thaysa está estável, mas ainda em estado vegetativo. É irreversível. Tem alguns reflexos, mas não existe capacidade para sua recuperação”, conta. Animada, a mãe lembra que há algum tempo a filha não precisa ser medicada nem para curar uma febre. “Ela não está precisando de medicamentos, está bem de saúde, mas é como uma criança, dorme, acorda, damos banho e a alimentamos. Assim é nossa rotina todos os dias”, explica.

Os telefones de contato da família são (44) 99837-8452 Tapejara ou (44) 99724-2524 Cianorte.

Relembre o caso

Thaysa foi baleada na cabeça no dia 11 de julho de 2016, por volta das 12h40, dentro de casa. Ela foi socorrida e levada ao pronto atendimento de Tapejara. Depois foi transferida para um hospital em Umuarama, onde passou por um cesárea emergencial.

O bebê morreu três dias depois em decorrência de uma parada cardíaca, causada por um grave quadro de anoxia, gerado pela prematuridade e por dificuldades respiratórias.

Thaysa continuou internada até agosto e depois foi transferida para a enfermaria. Em setembro ela recebeu alta e retornou para casa.

Condenação

Em um julgamento no dia 9 de junho deste ano, em Cruzeiro do Oeste, o irmão de Thaysa, Danilo Emanuel Vilas Boas, de 27 anos, foi condenado a 16 anos e 7 meses de prisão em regime fechado pelo atentado. O jovem poderá responder em regime semiaberto após cumprir 4 anos da pena.

Fonte: Obemdito