Após confessar crime, preso por morte de professora em Maringá diz estar arrependido

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Um dos homens que foi preso suspeito de matar a professora Maria Aparecida Carnelossi Pacífico, de 60 anos, em Maringá, disse, nesta terça-feira (26), que está arrependido de ter participado do crime. Ele confessou o crime à Polícia Civil.

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“Uma pessoa que não mereceu o que aconteceu para ela. Era uma pessoa que sempre ajudava os ‘trecheiros’ [sic] da rua com prato de comida. Tô arrependido pelas coisas que a gente fez”, disse Josemar dos Santos, de 41 anos.

A professora foi morta a pauladas enquanto dormia, segundo a polícia. A suspeita dos investigadores é de que ela foi vítima de latrocínio, o roubo seguido de morte.

Os dois suspeitos do crime foram presos na segunda-feira (25), eles vivem em situação de rua e têm antecedentes criminais.

Segundo a polícia, Josemar dos Santos confessou a participação no crime, mas negou ter matado a professora. Em depoimento, ele indicou que o segundo suspeito foi quem desferiu as pauladas na cabeça de Maria Aparecida.

“Disse que entrou na residência, mas permaneceu no piso térreo. O outro suspeito foi o responsável pelas pauladas na vítima. Esse segundo envolvido nega a participação no crime”, disse o delegado Luiz Henrique Vicentini.

A Polícia Civil terá 30 dias para concluir o inquérito sobre o caso. As prisões também têm duração de 30 dias.

Os suspeitos não têm advogado constituído no inquérito policial.

Fonte: G1